Sexta, 18 Outubro 2013 14:58

Trinunal de Juri está acontecendo nesta sexta-feira (18)

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* DESDE as 9h desta sexta-feira (dia 18), está acontecendo um Tribunal de Júri no Foro local, que julga Anildo Quevedo Ferreira, suspeito de haver matado Rogério Ribeiro da Silva praticado em 30 de abril de 2006. Na defesa atua o advogado Dr. Abel Bueno e na Acusação a Promotora de Justiça Dra. Gabriela Monteiro. O Júri está sendo presidido pelo Juiz de Direito Dr. Max Akira Senda de Brito. Mais notícias ao final do julgamento...


A notícia do crime na época
* O LOURENCIANO veiculou na oportunidade, a seguinte notícia: “ANILDO DE QUEVEDO FERREIRA (vulgo PELÉ) apresentou-se à DP local na tarde da última 3ª feira (2), acompanhado de seu advogado dr. LAURI LOPES. Para o Delegado de Polícia dr. ARMANDO SELIG e para o Escrivão CELSO ALMEIDA fez o seguinte relato: “Às 21:30h do último dia 29 de abril, o depoente foi a um bar na entrada da Vila Arthur Kraft. Antes de sair de casa, armou-se com um revólver calibre 22, o qual era de seu avó e estava em sua casa, estando com a família há anos. Depois, foi para o bar, onde chegou só. No local já estava EVERALDO, filho do SADI. Logo após, chegaram ROGÉRIO RIBEIRO DA SILVA (a vítima), CARLINHOS, morador da Kraft, além de LUCINHO, irmão do MAURINHO, o qual mora na Camponesa. O depoente estava tomando uma cerveja com EVERALDO e ROGÉRIO, com quem disse ter bom relacionamento, assim como os demais. Jogou uma partida de bilhar com ROGÉRIO e o ambiente era descontraído. Depois da partida, ROGÉRIO o chamou para conversar na rua, onde disse que planejavam praticar um abigeato naquela noite e precisariam dele para carregar a carne. O depoente recusou, quando ROGÉRIO ameçou-o de morte, caso não ajudasse, dizendo ainda que colocariam fogo em sua casa naquela noite. Naquele momento estavam presentes LUCINHO e CARLINHOS. No momento da ameaça, o depoente disse ter fugido,correndo pela rua paralela à RS 265, parando nas proximidades da oficina mecânica de JAIR CENTENO, na Vila Santa Terezinha, onde se voltou aos seus perseguidores e gritou que eles parassem, pois não tinha nada contra eles. CARLINHOS então sacou uma arma e passou a atirar contra o depoente, desferindo-lhe três tiros, quando sacou o revólver 22 e atirou contra seus agressores. Disse que atirou sem apontar para nenhum deles, pois voltara a correr. Fez cinco disparos, sempre correndo em direção a um mato. Não viu se atingiu alguém, mas viu que CARLINHOS continuou atirando, mesmo depois que entrou no mato. Afirmou que apenas CARLINHOS possuí arma de fogo. ROGÉRIO e LUCINHO estavam armados com facas. O depoente afirmou que perdeu sua arma dentro do mato durante a fuga e logo após foi para casa, onde avisou sua família, pedindo que saíssem de casa, pois não sabia se havia atingido alguém e que seus agressores haviam prometido atear fogo na casa. Indagado pela autoridade policial, disse que quando chegou no bar, entregou a arma que levava consigo ao dono do local, o qual a guardou juntamente com seu casaco. Ao ser convidado para praticar o furto e não ter aceito, resolveu ir embora, pedindo seu casaco e a arma de volta. Disse que CARLINHOS chegou ao bar, era vísivel que o mesmo possuía uma arma, inclusive a mulher do proprietário do bar pediu a mesma para CARLINHOS e este não aceitou entregá-la, permanecendo armado, fato assistido pelo dono do bar e por EVERALDO. Afirmou também que os agressores estavam na frente do bar quando começaram a atirar, estando ele a uma distância de cinco metros. Disse que CARLINHOS efetuou três disparos na frente do bar e mais 3 ou 4 depois. Afirmou que estava a uma distância de aproximadamente 20 metros de seus agressores quando começou a efetuar disparos contra os mesmos. Declarou que nunca teve nenhuma briga com seus agressores, tendo bom relacionamento com os mesmos, mas que tinha conhecimento prévio que eles costumavam praticar abigeatos, inclusive já tendo sido convidado anteriormente. No dia seguinte, sua residência foi criminosamente incendiada conforme registro policial.”

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