A lourenciana MARINA RITTER, filha de Enio Ritter e Marly Heiden Ritter, esteve participando da 36ª Operantar a bordo do Navio Polar Almirante Maximiano navegando entre Punta Arenas, no Chile, até o continente Antártico, no período de 3 de janeiro a 2 de fevereiro deste ano. Marina é formada em Bacharelado em Química e Mestre em Bioquímica e Bioprospecção pela Universidade Federal de Pelotas. Desde 2012 é servidora nessa universidade, onde tem a oportunidade de colaborar em projetos de pesquisa. Enquanto esteve na Antártica, realizou trabalhos de pesquisa pelo projeto “Biodiversidade, Monitoramento, Estratégias de Sobrevivência e Prospecção de Macroalgas Extremófilas da Antártica Marítima”, coordenado pelo professor Pio Colepicolo, da Universidade de São Paulo. Esse projeto faz parte do Programa Antártico Brasileiro (PROANTAR) e conta com o apoio de logística da Marinha e da Força Aérea Brasileira. Todos os pesquisadores passaram por um treinamento prévio, que envolvia testes físicos, palestras e adaptações de rotina, para melhor conhecimento das condições adversas e uso correto das roupas de proteção necessárias devido ao clima extremo. As atividades realizadas nesta expedição ao Pólo Sul envolveram coletas de macroalgas em diferentes ilhas do entorno da Península Antártica, onde os pesquisadores, sempre acompanhados de dois mergulhadores da Marinha e um alpinista, se deslocavam de bote até as praias e realizavam as coletas dentro da água. Depois de coletadas, as algas eram triadas, identificadas e armazenadas, para depois virem de navio para o Brasil e serem encaminhadas para os diferentes grupos de pesquisa brasileiros envolvidos no projeto. Foto de arquivo pessoal
